Apos assistir a peça "Musica para cortar os pulsos" lembrei-me do nome de um livro que vi aqui mesmo na internet, que é bem verossímil a peça. O livro "O terceiro travesseiro" conta a historia de um triangulo amoroso entre Marcus, Renato e Beatriz, e, que no final vivem os três juntos.
Para minha surpresa as paginas traziam mais do que esperava, pois contava os contatos íntimos dos personagens (pensei ate em desistir de ler). Ao tratar de temas como Homossexualidade, Bissexualidade na juventude a historia se torna mais instigante e nos mostra que onde há amor há felicidade. Além de que temos que ser sempre verdadeiros com nós mesmos, mesmo que a sociedade for nos julgar, porque é a única coisa que ela sabe fazer. Só o fim do livro que me entristeceu.
Nós diferentes entre nós mesmos, não será um livro ou uma conversa que vai mudar escolhas que vem do coração.
“-… Olhando esse mar todo, sabe do que eu tenho vontade?
-De nadar, Renato.-Como você é inteligente, Marcus! A sua sensibilidade é demais, cara. A vontade que eu tenho é de ficar aqui com você para sempre.
-Eu topo, Renato!
-Como 'eu topo', Marcus? Acho que você já tomou caipirinha demais.
-É sério, Renato! Por você eu largo tudo. Estar aqui com você me faz sentir uma pessoa um milhão de vezes melhor. Se não fosse a nossa coragem de enfrentar todas as situações, nossos sentimentos ainda estariam sufocados pelo mediocridade das pessoas. Hoje, Renato, eu me sinto vivo! Vamos ver quem chega primeiro na água?-Mas nós nem de calção, Marcus.
-E daí? Estamos de short.
Perdi a corrida, mas cheguei na água me sentindo um vencedor na vida. Num mergulho, emergi por detrás dele e, com tudo, o empurrei para dentro da água. Entre abraços apertados e empurrões, brincamos como dois meninos podem brincar. Se a felicidade pudesse ser medida em aura, a minha com certeza, disputando o sol, iluminaria toda a praia.
Jogados na areia - lado a lado - esperávamos que a respiração voltasse ao normal, quando Renato disse:
-O que desceu em você? O Espírito Santo?
-Quase isso! Eu estou me sentindo muito bem!
-Tentar me derrubar na água deixa você feliz, Marcus?
-Você nunca vai saber como é bom estar com você, cara…”
Para minha surpresa as paginas traziam mais do que esperava, pois contava os contatos íntimos dos personagens (pensei ate em desistir de ler). Ao tratar de temas como Homossexualidade, Bissexualidade na juventude a historia se torna mais instigante e nos mostra que onde há amor há felicidade. Além de que temos que ser sempre verdadeiros com nós mesmos, mesmo que a sociedade for nos julgar, porque é a única coisa que ela sabe fazer. Só o fim do livro que me entristeceu.
Nós diferentes entre nós mesmos, não será um livro ou uma conversa que vai mudar escolhas que vem do coração.
“-… Olhando esse mar todo, sabe do que eu tenho vontade?
-De nadar, Renato.-Como você é inteligente, Marcus! A sua sensibilidade é demais, cara. A vontade que eu tenho é de ficar aqui com você para sempre.
-Eu topo, Renato!
-Como 'eu topo', Marcus? Acho que você já tomou caipirinha demais.
-É sério, Renato! Por você eu largo tudo. Estar aqui com você me faz sentir uma pessoa um milhão de vezes melhor. Se não fosse a nossa coragem de enfrentar todas as situações, nossos sentimentos ainda estariam sufocados pelo mediocridade das pessoas. Hoje, Renato, eu me sinto vivo! Vamos ver quem chega primeiro na água?-Mas nós nem de calção, Marcus.
-E daí? Estamos de short.
Perdi a corrida, mas cheguei na água me sentindo um vencedor na vida. Num mergulho, emergi por detrás dele e, com tudo, o empurrei para dentro da água. Entre abraços apertados e empurrões, brincamos como dois meninos podem brincar. Se a felicidade pudesse ser medida em aura, a minha com certeza, disputando o sol, iluminaria toda a praia.
Jogados na areia - lado a lado - esperávamos que a respiração voltasse ao normal, quando Renato disse:
-O que desceu em você? O Espírito Santo?
-Quase isso! Eu estou me sentindo muito bem!
-Tentar me derrubar na água deixa você feliz, Marcus?
-Você nunca vai saber como é bom estar com você, cara…”


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